Na tarde de hoje, 10 de junho, Taylor deu uma entrevista exclusiva por telefone ao site Nação da Música. Ele conta sobre o novo álbum e a vinda ao Brasil:
Entrevistamos com exclusividade o guitarrista do Paramore, Taylor York
Mesmo parecendo um pouco cansado por conta da turnê do Paramore na Europa e da bateria de entrevistas, Taylor York cedeu um pouco do seu tempo na tarde desta segunda-feira (10) para nos dar uma entrevista exclusiva onde ele acabou falando sobre o processo de gravação do novo álbum da banda e a vinda ao Brasil.
Entrevista por: Vicente Pardo / Gabriel Simas.
O Paramore passou por diversas mudanças ultimamente. Isso refletiu no processo criativo de produção da banda? O que mudou?
Taylor: As pessoas que criavam, continuam criando. Umas saíram, umas ficaram. É possível que novos sentimentos sejam percebidos nas músicas novas, o que eu acho positivo. Experiências diferentes, vidas sendo transformadas em músicas. Ainda somos o Paramore.
Demorou um pouco mais pra gravar esse álbum do que os últimos, provavelmente pelas mudanças na banda. Você ficou satisfeito com o resultado final? A reação dos fãs é a esperada?
Taylor: Alguns fãs dizem que mudamos o que não é ruim. Não dava pra ter a mesma sonoridade o resto da vida. Ainda somos o Paramore, ainda fazemos as mesmas músicas, mas a vida mudou, amadurecemos, faz parte. Ousamos um pouco mais nesse álbum e o resultado tem sido maravilhoso. Nossos fãs são muitos leais a gente. Eles são incríveis.Como foi trabalhar com Justin Meldal-Johnsen?
Taylor: Ele é um dos meus baixistas favoritos no mundo. Foi incrível. Ele é super legal, divertido e talentoso. Qualquer produtor podia ter feito esse álbum com a gente, já trabalhamos com muitas pessoas antes, mas esse álbum só é o que é porque fizemos com ele. Estamos muito orgulhosos do resultado.Vocês ainda tem alguma música que foi gravada e não foi lançada?
Taylor: A gente sempre acaba gravando mais músicas do que lançamos, é normal. Não sei se um dia sairão como b-sides ou algo assim. As que tinham que sair, saíram.Qual sua música favorita do álbum? E qual é a melhor pra tocar?
Taylor: Eu gosto muito de “Last Hope” e “Future”. Mas pra tocar ao vivo acho que “Ain’t It Fun”, é uma música muito divertida e gostosa de tocar ao vivo.Ela – “Ain’t It Fun” – será o próximo single?
Taylor: Não sei te responder essa pergunta ainda. Talvez. A gravadora está resolvendo…As letras de “Part II” tem uma relação forte com “Let The Flames Begin” do álbum RIOT. Como foi o processo de criação das músicas?
Taylor: É engraçado isso, eu comecei a gravar “Part II” no estúdio que tenho em casa. É uma música que gosto muito e que só no meio do caminho que percebemos que parecia com “Let TheFlames Begin”, o que eu acho ótimo. Quando gravamos eu fiquei muito animado. Não sei te explicar, é uma daquelas músicas que bate e fica.Existe o plano de lançarem um DVD em breve?
Taylor: Não, ele não existe ainda. Tenho certeza que iremos gravar um, mas não estamos envolvidos nisso ainda.O que os fãs brasileiros podem esperar do setlist daqui? Os dois shows de São Paulo serão iguais?
Taylor: Eu não posso te dar esse spoiler também, os fãs vão ter que ir aos nossos shows pra conferir com a gente. Haha. Só posso dizer que estamos muito animados pra voltar e sabemos do que os nossos fãs no Brasil gostam. A gente se vê em breve!![]()
Além dessa entrevista, a Nação da Música, juntamente à XYZ Live, Gabe Simas e Saraiva Online, lançou uma promoção sorteando UM PAR de ingressos pista comum em São Paulo e um kit com a discografia da banda. Saiba como participar dela clicando AQUI!
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